quarta-feira, 25 de abril de 2012

Reflexão: Gente Fina!


"Pessoas gostam de pessoas que gostam de si mesmas."
Marcio Kühne
 
Gente fina é aquela que é tão especial que a gente nem percebe se é gorda, magra, velha, moça, loira, morena, alta ou baixa. Ela é gente fina, ou seja, está acima de qualquer classificação. Todos a querem por perto.
Tem um astral leve, mas sabe aprofundar as questões, quando necessário. É simpática, mas não bobalhona. É uma pessoa direita, mas não escravizada pelos certos e errados: sabe transgredir sem agredir.
Gente fina é aquela que é generosa, mas não banana. Te ajuda, mas permite que você cresça sozinho. Gente fina diz mais sim do que não, e faz isso naturalmente, não é para agradar.
Gente fina se sente confortável em qualquer ambiente: num boteco de beira de estrada e num castelo no interior da Escócia. Gente fina não julga ninguém – tem opinião, apenas.
Um novo começo de era, com gente fina, elegante e sincera.
O que mais se pode querer?
Gente fina não esnoba, não humilha, não trapaceia, não compete e, como o próprio nome diz, não engrossa.
 Não veio ao mundo pra colocar areia no projeto dos outros. Ela não pesa, mesmo sendo gorda, e não é leviana, mesmo sendo magra.

"Gente fina é que tinha que virar tendência. Porque, colocando na balança, é quem faz a diferença."
 
* recebido por e-mail, autor desconhecido.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Infância e drogas

O envolvimento de adolescentes no tráfico de drogas vem aumentando a cada dia, tal fenômeno insere cada vez mais cedo os jovens na criminalidade.  Esses adolescente seduzidos por uma pseudo sensação de poder, precocemente perdem a inocência e agem manipulados por uma falsa impressão de ascensão social.


A reportagem publicada acima no Jornal "A Cidade" do dia 21 de Abril de 2012, traz um breve panorama da problemática em nossa cidade. Apesar dos órgãos do poder público e da sociedade civil organizada trabalharem para ajudar na solução dos problemas, ainda existe muita coisa a ser trabalhada e melhorada.

O investimento do Estado em segurança pública e educação, vinculados a uma participação efetiva das famílias no enfrentamento do envolvimentos de adolescente com o crime, são fundamentais para a amenização do nosso quadro calamitoso.

Segue abaixo um breve comentário publicado no mesmo veículo de comunicação no dia 24 de Abril, sobre a reportagem apresentada:


"Educai as crianças, para que não seja necessário punir os adultos".  Pitágoras

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Criança e Adolescente em discussão!



Nos últimos 03 dias de Abril (17/18 e 19) Participei de intensas atividades e interessantes debates na Faculdade de Direito da USP de Ribeirão Preto, do evento denominado “ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente, Balanços e Perspectivas”.

Na ocasião, ao lado de importantes juristas do cenário nacional, estudantes e profissionais de várias áreas, discutimos diversos temas vinculados à Infância e Juventude e os problemas enfrentados pelas crianças e adolescentes, bem como pela sociedade como um todo.

Como integrante das equipes técnicas da Coordenadoria de Atenção ao Adolescente em Conflito com a Lei, da Divisão de Gerenciamento de Assistência Jurídica da Secretaria Municipal de Assistência Social de Ribeirão Preto e como conselheiro do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente da cidade (CMDCA), tenho mantido-me atualizado quanto aos temas pertinentes e participado de vários eventos do gênero. Estou notando uma participação maior de interessados nas causas objeto das discussões e a profícua implementação de uma rede de atendimentos e de proteção entre os diversos órgãos do Poder Público, organizações do terceiro setor e a sociedade de modo geral, todos alinhados no intuído de fazer valer os princípios esculpidos pelo estatuto em questão. Cientes de que ainda temos muito coisa pra melhorar, fica a clareza de que muito já se avançou e ainda avançaremos na temática Infância e Juventude. 

Preservando nossos jovens, garantiremos o futuro. O trabalho não para!


Na foto o Dr. Munir Cury, membro da Comissão de Juristas responsável pela elaboração do ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente no Brasil, um dos palestrantes do evento.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Jornal Tribuna 17/04/2012 - Imposto Sindical



“A atual estrutura sindical impede a liberdade e a autonomia dos trabalhadores e facilita a criação de sindicatos fantasmas, de gaveta, interessados apenas em receber os recursos do imposto” argumenta o atual presidente nacional da CUT, defendendo o fim do Imposto Sindical.
A maior Central Sindical do país está promovendo um Plebiscito Nacional lançado no dia 26 de março com término previsto para 30 de abril e atos organizados pelo fim do Imposto, por Liberdade e Autonomia Sindical.
Como se não bastasse a argumentação de Artur Henrique, aproveito e faço algumas reflexões para auxiliar o trabalhador quanto a opinião de manter ou não o referido imposto:
Na Adminsitração Pública, vigoram alguns princípios cuja observação pelo gestor público é obrigatória, levando-se em consideração a primazia do interesse público: a Legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Os sindicatos como gestores desses recursos públicos, qual seja o Imposto Sindical, deveria por equiparação, seguir criteriosamente tais princípios.
As entidades estão prestando contas às suas categorias onde são aplicadas a arrecadação proveninete de tal “contribuição”? A suposta fiscalização da aplicação desses recursos são feitas por órgão “interna corporis”, ou seja, pelos próprios dirigentes, companheiros de trabalho e eleitos para a administração sindical na mesma ocasião.
Na Administração Pública, além da observação obrigatória da Lei de Responsabilidade Fiscal e fiscalização interna, ainda está sujeita à análise externa de suas contas. Tal atribuição é realizada pelo Poder Legislativo, pelo Tribunal de Contas e até pelo Ministério Público, que tem o dever de atuar como fiscal da lei, nos interesses públicos, difusos e coletivos.
Na administração do Imposto Sindical existe uma destinação democrática do arrecadado e controle externo dos seus gastos?
Se a natureza jurídica da arrecadação sindical é de imposto, ensenjando descontos obrigatórios nos salários de todos os trabalhadores, deveria sofrer o mesmo controle que está sujeita à Administração Pública, observando-se todos aqueles princípios.
Manifesto meu respeito à importancia da história do movimento sindical brasileiro e de muitos sindicalistas que fizeram e ainda fazem história. O tema é complexo, demandaria muito mais tempo e mais linhas para seu esgotamento, mas refletir e participar da discussão é extremanete necessário.

Carlos Renato Lira Buosi é advogado.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

CONVITE: Eventos Gratuitos.

Convidado pelo amigo PAULO BUENO, faço a divulgação de interessante evento de comemoração do aniversário da Distrital Centro da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto:




ECA - Estatuto da criança e do adolescente - Balanços e perspectivas


ECA - Estatuto da criança e do adolescente - Balanços e perspectivas
Entre os dias 17 e 19 de abril, os Professores Luciano de Camargo Penteado, da FDRP e Cláudia Maria Carvalho do Amaral Vieira coordenarão o evento “Estatuto da Criança e do Adolescente: Balanços e Perspectivas”, com participação de acadêmicos e profissionais da área, de renome nacional e internacional, procurando dar subsídios para a compreensão do princípio do superior interesse da criança e seus desdobramentos teóricos e práticos principais, contando, inclusive, com autores de obras sobre o tema e dois dos membros da comissão de juristas que elaborou o Estatuto (ECA). Inscrições gratuitas por e-mail em eventosfdrp@usp.br, maiores informações no link do folheto eletrônico. Aberto para pessoas de quaisquer áreas do saber ou interssados.
Data: 17,18 e 19 de abril de 2012

Local: Anfiteatro da FDRP: http://www.direitorp.usp.br/

terça-feira, 10 de abril de 2012

Assistência Jurídica Social.



INFORME SOCIAL: Vinculada a Secretaria Municipal de Assistência Social de Ribeirão Preto, por intermédio do Departamento de Proteção Social Especial, a Divisão de Gerenciamento de Assistência Jurídica, possui uma estrutura de atendimentos gratuitos a munícipes e famílias carentes com necessidade de assessoria jurídica na área da Infância e Juventude. Com um trabalho entrosado e em rede com os demais equipamentos da Assistência Social, bem como outros órgãos do Poder Público como um todo, a Divisão promove diversas orientações jurídicas e administrativas, ingressando e acompanhando processos perante o Poder Judiciário local, promovendo encaminhamentos aos órgãos diversos de proteção à família, Infância e Juventude, enfim atua tanto na forma extrajudicial como judicial fazendo mensalmente mais de 100 atendimentos pessoais.
Problemas vinculados à regulamentação de guarda de crianças e adolescentes em situação de risco ou não, adoção, tutela, curatela, bem como os demais direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente e legislações conexas, fazem parte do dia a dia de atendimentos dos profissionais ali envolvidos. Os atendimentos são realizados na Rua Mariana Junqueira, 711 no Centro da Cidade, das 08:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:00 horas. O telefone para informações é (16) 3610 6635.