O Sindicalismo pós ano 2000 é muito diferente daquele vigente no século XX, principalmente na década de 80, onde os dirigentes sindicais pautavam-se pela "marcação de território", pelo embate intransigente com o setor patronal, implementado por meio de greves, mobilização e participação em massa dos trabalhadores etc.
A tendência do sindicalismo do século XXI é muito diferente, é de um movimento de inteligência, de informação, onde o foco da atuação é o bom relacionamento e colaboração entre capital e trabalho. Neste contexto a qualificação profissional e educação ocupam posto importante para que haja a esperada interatividade e harmonia entre os setores econômicos e de produção.
Quem não investe na educação e qualificação profissional está fadado a "parar" no tempo e "andar na contramão" da história.
Qualificação profissional nos tempos modernos são as palavras de ordem, pois trata-se de ótimo negócio para o trabalhador e para o patrão.
O mercado de trabalho exige constante reciclagem e quem "estacionar" no passado perderá a oportunidade de novas experiências, conquistas e melhorias, estando sujeito ao atraso.
Acredite no novo. É inteligente e vale a pena modernizar.
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